A individualização da água e do gás em condomínios tem ganhado cada vez mais atenção entre síndicos e administradoras. Mas será que esse tipo de investimento realmente compensa? E quais cuidados são necessários para o processo ocorrer de forma legal, segura e eficiente?
O que é individualizar?
Trata-se de instalar medidores independentes para cada unidade pagar exatamente pelo que consome — seja de água ou de gás. Em vez da cobrança ser feita de forma rateada, como acontece em muitos prédios mais antigos, o morador passa a ter controle total sobre seus gastos.
Principais benefícios
- Justiça no pagamento: quem consome menos, paga menos.
- Estímulo à economia: os moradores tendem a se tornar mais conscientes ao perceberem os impactos diretos no bolso.
- Redução de conflitos: elimina discussões sobre consumos desiguais.
- Valorização do imóvel: edifícios com sistemas individualizados são mais atrativos no mercado.
E os desafios?
- Custo da instalação: especialmente em prédios antigos, pode envolver obras complexas.
- Adequações técnicas e legais: é necessário um projeto hidráulico/gás aprovado por profissionais credenciados.
- Aprovação em assembleia: geralmente exige quórum qualificado, conforme a convenção do condomínio.
Água e gás: qual fazer primeiro?
Se houver orçamento limitado, comece pela água. O consumo de água tende a ser mais variável entre unidades e a individualização costuma gerar um impacto financeiro mais imediato.
Dica do especialista
Antes de qualquer decisão, realize um estudo técnico detalhado com um engenheiro ou empresa especializada. E não esqueça de consultar a convenção do condomínio e o Código Civil — afinal, toda alteração estrutural exige atenção legal.
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