O elevador parece inofensivo — afinal, é parte da rotina. Mas quando uma criança entra desacompanhada, o que era um simples trajeto pode virar um grave incidente.
Perigos reais:
- Travamentos ou panes: a criança pode ficar presa sozinha, gerando pânico.
- Quedas ou acidentes: tentativa de forçar portas ou brincar com botões.
- Acionamento indevido do alarme: prejudica o funcionamento e gera falsas emergências.
- Saída no andar errado: risco de desaparecimento ou acesso a locais indevidos.
- Atos de vandalismo involuntário: por curiosidade ou brincadeiras.
O que diz a legislação?
A legislação não proíbe especificamente o uso do elevador por crianças sozinhas. Mas o síndico é responsável pela segurança das áreas comuns, e o regimento interno pode (e deve) conter normas que exijam o acompanhamento de menores.
O que o condomínio pode (e deve) fazer?
- Incluir regra no regimento: “menores de 10 anos só podem usar o elevador acompanhados”.
- Instalar sinalizações visuais nos andares e dentro das cabines.
- Realizar campanhas educativas com foco nos pais.
- Alertar sobre eventuais punições, se houver descumprimento recorrente.











