Mãe fica presa em lixeira de condomínio e criança de 1 ano permanece do lado de fora

Caso chama atenção para riscos estruturais e procedimentos de segurança em áreas comuns

Uma mulher ficou presa dentro de uma lixeira coletiva de um condomínio residencial após um acidente, enquanto seu filho, de apenas 1 ano de idade, permaneceu do lado de fora da estrutura. O caso, que mobilizou equipes de resgate, reacendeu o debate sobre segurança em áreas comuns de condomínios residenciais, especialmente em locais de uso coletivo como lixeiras, casas de máquinas e áreas técnicas.

O que aconteceu

De acordo com as informações apuradas, a mãe utilizava a lixeira do condomínio quando a porta da estrutura se fechou de forma inesperada, impedindo sua saída. A criança permaneceu do lado externo, sem acesso à mãe, o que gerou apreensão entre moradores que presenciaram a situação.

Moradores acionaram rapidamente os serviços de emergência. A mulher foi retirada em segurança após a abertura forçada da estrutura. Apesar do susto, mãe e filho não sofreram ferimentos graves, segundo as autoridades.

Atendimento e desfecho

O Corpo de Bombeiros foi acionado e realizou o resgate de forma técnica, garantindo a integridade física da vítima. O local foi isolado durante o atendimento para evitar novos riscos.

A criança ficou sob cuidados de moradores até que a mãe fosse retirada da lixeira. Após o resgate, ambos passaram por avaliação médica preventiva.

Investigação das causas

Ainda não há confirmação oficial sobre falhas estruturais, mas o episódio levantou hipóteses como:

Ausência de sistema de abertura interna da porta;

Falha no mecanismo de travamento;

Projeto inadequado para uso frequente;

Falta de manutenção preventiva;

O condomínio deverá apurar as responsabilidades e avaliar se a estrutura atende às normas de segurança exigidas.

Alerta para síndicos e administradoras. Especialistas em gestão condominial destacam que áreas como lixeiras, depósitos e salas técnicas não devem funcionar como espaços de risco. É essencial que:

Portas tenham abertura interna obrigatória;

Haja sinalização adequada;

Crianças não tenham acesso irrestrito;

A manutenção seja periódica e documentada;

Situações como essa reforçam a importância de vistoria técnica regular e revisão de projetos antigos que não seguem padrões atuais de segurança.

Segurança em áreas comuns é responsabilidade coletiva

Casos como este mostram que acidentes podem ocorrer mesmo em situações rotineiras. A responsabilidade pela prevenção envolve síndicos, administradoras, prestadores de serviço e moradores.

A adoção de protocolos de segurança e melhorias estruturais é fundamental para evitar episódios semelhantes e garantir a proteção de todos, especialmente crianças.

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